O ódio e o amor,
Censurando a dignidade.
Vida transformada em morte,
Que deixa a mercê da sorte,
O hospedeiro do viver,
Levado pelas ondas do tempo,
Não encontra o momento,
Para estancar seu sofrer.
Vida que foge a intranquilidade,
E se esconde da verdade,
No túnel da solidão;
No recôndito de sua bendita alma,
Procura ter calma,
Para não causar explosão.
Ah! Vida até quando,
Vais existir pelo mando,
De uma segunda mente;
Mesmo amando constante,
Vais terminar no instante,
Que morreres eternamente.
