DEVANEIOS


Pisei no ar,
Fiz uma pedra em cima da brisa,
Dirigi o meu barco de papel,
No horizonte do mar,
Quase vou ao colapso,
Voei no tempo,
Mais veloz que o vento,
Fiz o meu transporte,
Nas asas do meu pensamento.
Meu destino,
Qualquer coração solitário,
Que viaja no imaginário,
Para encontrar conforto;
Faço das palavras meus muros,
Que escalados por infortúnios puros,
Sanciona o desejo,
Que no ensejo avista,
O lado colorido ou obscuro da vida.
Fiz da poesia minha lente,
Que sensibiliza a mente,
Que te vê tão diferente.

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